Saturday, May 14, 2011

O Amor e o Ciúmes



O ciúme é a forma mais dolorida de se torturar a si mesmo.
Há quem diga que um pouquinho de ciúme não faz mal a ninguém. Pra mim, ele até apimenta a relação. O problema é quando aquele "pouquinho" perde a medida e vira uma rotina no namoro, no casamento, família e até mesmo nas amizades, fazendo com que as pessoas envolvidas sofram com isso.
O ciúme demonstra o desejo e a admiração verdadeira pelo outro, mas quando ele acontece com muita frequência e intensidade, é sinal que as coisas não vão bem com a própria pessoa ciumenta.
Muitas vezes, o ciúme quando se torna obsessivo, acaba sendo fruto de coisas imaginárias da cabeça da pessoa ciumenta.
Para evitar muito ciúme, a pessoa deve se pôr no lugar do outro e pensar em como se sentiria se fosse tratada com tanto egoísmo e desconfiança.
A esfera amorosa é a que tem mais aspecto de ciúmes.
O ciúme geralmente desencadeia sentimentos de solidão, incerteza, desconfiança, medo de perda da pessoa amada para outra mais atraente, mais interessante, o desejo de proteger e preservar aquilo que tem, raiva por causa de uma possível traição, e mais vários outros sentimentos. 
Em controvérsia a isso tudo, há uma sombra de desconfiança da honestidade de quem se ama. Isso não pode nunca acontecer. Se existe amor, tem de haver confiança em segundo lugar. Se não tem confiança, ninguém sai do lugar. Vira uma coisa estática e com crises pra sempre.

“O ciúme nasce sempre do amor, mas nem sempre morre com ele.”

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